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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Europa (intro) by Max Von Sidow

You will now listen to my voice.
My voice will help you and guide
you still deeper into Europa.

Every time you hear my voice,
with every word and every number,
you will enter a still deeper layer,
open, relaxed and receptive.

I shall now count from one to ten.
On the count of ten,
you will be in Europa.

I say one.

And as you focus your attention
entirely on my voice,
you will slowly begin to relax.

Two.

Your hands and your fingers are
getting warmer and heavier.

Three.

The warmth is spreading through
your arms, to your shoulders
and your neck.

Four.

Your feet and your legs get heavier.

Five.

The warmth is spreading
to the whole of your body.

On six I want you to go deeper.

I say six.

And the whole of your relaxed
body is slowly beginning to sink.

Seven.

You go deeper and deeper and
deeper.

Eight.

On every breath you take you go
deeper.

Nine.

You are floating.

On the mental count of ten you
will be in Europa.

Be there at ten.

I say ten.

aos leitores: um prólogo muito bacana, assistam a esse filme!

sábado, 7 de junho de 2008

Eterno retorno

”Luto preto é vaidade
Neste funeral de amor
O meu luto é a saudade
E saudade não tem cor”
(Noel Rosa in “Silêncio de um minuto”)


Contei as horas e repassei cada momento em sua companhia

Lamentando a ira juvenil logo de partida
Maravilhado com a trama urdida a fado
De novo persisti monolítico
Esvaziando as rotas de fuga

Acompanho as velhas pegadas
Corríamos loucos ribanceira abaixo

A perfeita sincronia
A negação do indivíduo

Desesperadamente
Como ao final da maratona de dança

Olhei o suor no chão
Contando a história gota a gota
o que foi construído
o que já se perdeu
o que ainda vive em mim

Não

Não compreenderiam a intensidade do vínculo
Muito além das horas no dia
Aspirando à cumplicidade plena

Se fosse preciso reduzir
Tanto tempo a um único derradeiro instante
Passaria feliz a eternidade
A descartar bagagens ao umbral da porta
Para içá-la bem alto
Rodando e rodando
Em pânico de beijos e abraços e

Aplacar o turbilhão da saudade


(04-dez-2006 17h40min / um poeminha perdido entre bytes)


aos leitores: uma reciclagem poética... acho que foi uma das duas melhores poesias que poderia dedicar à 'donzela poética'... lembrança do regresso de uma viagem longa.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

4 AM -- Kaskade

Sleepless gliding
Over the city lights
Watch us flying
Over the streets tonight

And I say
There's a way, there's a way I know
There's a way, there's a way I know
There's a way, there's a way
I know that someday we will surely find it
There's a way, there's a way I know
There's a way, there's a way I know
Someday, there's a way
Someday, there's a way I know it

Sunday morning
Watching the city sleep
Dreams are shining
Finally they're within reach

aos leitores: uma letra que escutei algumas vezes em uma rádio de trance... mas sei lá... acho que foi uma modinha pessoal que já passou...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Vinicius de Moraes - Samba da Benção

Mas pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza, senão não se faz um samba não.

Senão é como amar uma mulher só linda... e daí?
Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza, qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade. Um molejo de amor machucado, uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Concreto: uma rocha entre rochas - Paul Chadwick



"...I've learned to accept that there are things I just can't do...

There will always be barriers between me and what normal people can do.

But every adult must eventually face the limitations of his life. We don't get to do and have everything.

We play the cards we're dealt."


Concrete


quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Priorizem as prioridades - BNegão

Pois se a liberdade hoje se parece com 1 cigarro ou com o carro mais potente do mercado
Me desculpe, mas as bolas foram trocadas bem na sua frente
E você nem se tocou; pagou, comprou, levou assim mesmo o seu atual presente: felicidade completa como uma boca sem dente, tão libertário quanto uma bola de ferro com corrente algemada aos seus pés.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Eta Carinae

Extraído daqui
Eta Carinae está no fim da vida. Com cerca de 2,5 milhões de anos, restam a ela no máximo 500 mil anos. O problema é que a morte da estrela nesse estágio poderá causar um grande impacto na vida da Terra. Estrelas com essa massa morrem como hipernovas, brilhando como todas as estrelas do Universo juntas (100 bilhões de vezes 100 bilhões de sóis). Esse ''flash'' inimaginável emitiria uma rajada de raios gama capaz de abrir um rombo na camada de ozônio que protege a Terra dos raios ultravioleta do Sol. Em questão de horas, regiões inteiras do planeta seriam torradas. Como a estrela já está expelindo átomos pesados, essa explosão pode acontecer, literalmente, a qualquer momento.


Resenha do showzinho... assim que voltarmos dos comerciais!

sábado, 8 de dezembro de 2007

Eta Carinae -- Graça Maior

(Dirceu Melo)

Quando o sol surgiu pra mim
Com a sua graça maior
E eu vi que tinha você,
Do meu lado
Percebi que o tempo parou de passar,
Na vida tudo tem seu lugar
Não há um fim pra onde podemos chegar.

domingo, 25 de novembro de 2007

Sound of your voice - Barenaked ladies (with video!)

Uma musiquinha lesgal com um clipe divertido de uma dupla de dois humoristas americanos da geração internética, BaratsAndBereta:



The moon is full but there is an incompleteness
The days are beautiful but I feel a bitter sweetness
If I had a wish, or even a choice
I'd wake up to the sound of your voice
How I miss waking up to the sound of your voice

I let you down and fell right off of your good list
I hope each day you'll find peace and forgiveness
The alarm clock rings, What a lonely noise
And I long for the sound of your voice
Oh, how I miss waking up to the sound of your voice

Take it from me: there's not much to see
In this void

The saying goes there will be other dances (don't give up)
This little song is about second chances
Just say the word and I will rejoice
And wake up to the sound of your voice
Oh, how I miss waking up to the sound
To the sound (sound)
To the sound (to the sound)
To the sound
Waking up to the sound of your voice

Take it from me: there's not much to see
In this void

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Basta de clamares inocência -- Cartola

Basta de clamares inocência
Eu sei todo mal que a mim você fez
Você desconhece consciência
Só deseja o mal
A quem o bem te fez

Basta, não ajoelhes, vá embora
Se estás arrependido
Vê se chora

Quando você partiu me disse chora
Não chorei
Caprichosamente fui esquecendo
Que te amei

Hoje tu me encontras
Tão alegre e diferente
Jesus não castiga
O filho que está inocente

Basta, não ajoelhes, vá embora
Se estás arrependido
Vê se chora
Não é a música perfeita para o momento específico, mas tem muito a ver mesmo assim. Além disso a letra é sensacional!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Criticism capsules

The best we can do as critics is to know our history and know ourselves, and to try and see the redeeming qualities in the mediocre and the timeless qualities in the great. And then to try and explain the opinion that results, and brace for the reaction—which can be the toughest part nowadays.
(Noel Murray in "The Shirk Of The New")

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

"Esboço" do álbum Amigo de Fé

Esboço
Cláudio Jorge e Manuel Rui

Há tanto tempo o vento finge seus lamentos
Dos afetos mais discretos
Da lua com o luar
E os teus afetos
Também discretos
Sombra de estrela com vergonha de brilhar
Não falem nada dos segredos e dos medos
Nem dos rumos mais incertos
Com miragem de gritar
São mil projetos
Dos mais concretos
Na intenção de sempre começar

É gota deste traço
Esboço de um abraço
No eco de um deserto perto
Unidos numa voz
Esboço de cantiga
Pra não ficarmos sós no som da vida

Há tanta coisa entre a pauta dos meus dedos
Neste esboço de cantiga
Só tem gente, gente amiga
Com os segredos
De mil degredos
É muita gente para eu cantar

sábado, 29 de setembro de 2007

Um anjo no meio da guerra -- Inquérito

Música: Anjo no meio da guerra.
Artista: Inquérito.

Me sinto tipo um anjo no meio da guerra
Um raio de luz sozinho nas trevas

É com você mesmo, a chapa tá fervendo
E uma pá de parceiro eu vi ir pro arrebento
Atrás do sustento escarrando o veneno
A mil derretendo, não tô podendo
Até tento. Conselho, panfleto e nada
Será que é eu que tô lutando de arma errada?
Os manos tudo de quadrada, 380
E o vagabundo aqui só com a consciência
É que eu não quero lutar dessa forma sangrenta
Só que a vida me faz soldado de nascença
Nem pensa, agüenta truta, sem dar fuga
Na guerra a fé é a única armadura
(Aí sem mula ó) Me sinto tipo um anjo no meio da guerra
Um raio de luz sozinho nas trevas
Sabe, que nem uma flor no concreto
Uma árvore sufocada entre os prédios
Mas enxugo as lágrimas
Esqueço o orgulho e lembro do amor
Só que a revolta aqui parece ser que nem um tumor
Vai aonde eu vou, tá em cada pedaço
Dentro do coração tipo um marca passo
Né fácil, não existe paz artificial
Eu planto o amor só que não colho nem a pau
Acho que é porque é igual pé d’uma fruta
Zé povinho sempre arranca antes de tá madura
Já era pra eu ter perdido a cabeça se for ver
Qual será que é o caminho?
Um pente ou um buquê?
Um tambor, uma flor, um botão ou uma mecha
Quem vai ganhar essa hein, as balas ou as pétalas?

[REFRÃO] 2 X
Quando a tristeza invade eu não vejo passagem
A mão de Deus se abre e me dá a chave pra felicidade

Fala com Deus, ora que é o melhor jeito
Liga pro céu o telefone é o joelho
Nunca é tarde pra se arrepender, abre o peito
Quem nasceu pra carregar peso foi camelo
Dinheiro é a lâmpada dos tolos
Uma hora apaga
Meus Deus é a luz do sol que nunca acaba
Esmaga o opressor, aniquila, fulmina
Destrói o inferno, bota o inimigo na palmilha
Entende, ninguém morreu na cruz pra fazer pose
É quente, ele é um só não tem cover
Fácil é andar com cristo no peito, no pingente
Difícil é ter peito pra tá com ele sempre
Bem diferente né, se liga aí
Ele não é rintintim, a bíblia não é gibi
Eu vi uma pá de estrela apagar de um hora pra outra
Por isso que eu prefiro ser que nem lantejoula
À pampa, brilhando pouco bem humildão
Tá bom, no fim toda brasa vai virar carvão
Né não, então espero e relaxo, não tenho pressa
O bom sabe a hora, ninguém morre na véspera

[REFRÃO] 2 X
Quando a tristeza invade eu não vejo passagem
A mão de Deus se abre e me dá a chave pra felicidade

Roubar pode até financiar seu sonho
Só que não dá abraço do pátio nem consolo
Sua mãe contente vale mais que qualquer carro novo
Viver com quem te ama isso sim que é tesouro
Opa, espere um pouco truta, agüenta firme
O pote de ouro tá no fim do arco-íris
Insiste, resiste, não desanima fica de boa
O mano da manjedoura não nasceu à toa
Na cruz correu o sangue no tronco também
A África chorou que nem Jerusalém
Eu tô seguindo o exemplo do tiozinho
Que trampa de porteiro e a noite faz supletivo
Não, não desisto eu ainda to na busca
Da união que eu encontrei só no açúcar
Em punga guerreira, parceira da fé
Maninho diz que tá firmão vai ver tá igual geléia
Esperança me escolta, a fé, meu guarda-costas
O diabo não me afoga, Jesus é minha bóia
Vamo que vamo aí, aos trancos barrancos
DVC em branco aí, isso que é ser malandro

Eu sou um anjo, eu sou um anjo...na guerra.

[REFRÃO] 5X
Quando a tristeza invade eu não vejo passagem
A mão de Deus se abre e me dá a chave pra felicidade.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

10 anos de OK Computer

Fica aqui a lembrança da década do lançamento deste impactante álbum britânico. Confesso que tive uma adolescência meio descolada dos modismos culturais, mas o Radiohead conseguiu impressionar mesmo alguém que não tinha nenhum motivo pra gostar da banda. O clipe de Paranoid Android foi o estopim, não entendia necas, mas tinha cara de ser interessante.


It Was 40 10 Years Ago Today: 18 Reasons 1997 Might Be The Next 1967
By Andy Battaglia, Jason Heller, Michaelangelo Matos, Josh Modell, Sean O'Neal, Keith Phipps, Nathan Rabin, Kyle Ryan
September 17th, 2007
1. Radiohead, OK Computer

1967 is rightfully—though overly, especially during its 40th anniversary—revered as a watershed year for pop music: It saw the release of Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, Songs Of Leonard Cohen, Are You Experienced?, The Velvet Underground & Nico, Forever Changes, and many other incredible and/or important albums. 1997, though lacking the benefit of as much hindsight, packed a pretty earth-shaking musical punch, too, clearly led by Radiohead's already-canonized OK Computer. Enough ink has been spilled about the album's dystopian outlook and overall concept, sometimes to the point of ignoring the most important element: Every track, from pure pop in wolf's clothing ("Paranoid Android") to experimental animosity ("Fitter Happier") feels exactly right. Everything in its right place, indeed.


Leia o resto da matéria aqui

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Ultimate Gwen Stacy's monologue - Brian Michael Bendis

"It's the meteor. How do you think the dinosaurs felt that moment, just before the meteor hit? I mean--they were just, like, standing around and all of a sudden it's like, oh shit, we're extinct. I mean, that's what's going on, right? That's what you're worried about. We're extinct.
All of a sudden it's like if you don't fly--you don't survive. I mean there's, like, a guy now who can walk on walls? What's that about? And now you have to think about that fact every day of your life. The fact that you can't.
But...like, then I think about it like this: I think maybe the difference between us and the dinosaurs is--we know.
They didn't know--they didn't have a chance. But we know there are things in this world more powerful than us. But the real question is: what are us normal people--what are we going to do without powers? But see? What is, like, 'powers' anyhow? This dude right here is stronger than me, does that make him super powered? See?
Cause I have a theory--that, like, whatever you do...is your super power. You play guitar? Football? Math? Whatever you do--whatever makes you--you. That's your power. And I think--I think in this new world you're just going to be forced to do what it is that you do as best you can...or you ain't going to make it.
So maybe you won't ever have, like, mutant powers--all that means is no more sitting on your fat butt watching cartoons. It's all about what you can do that another can't. And I think if we can get into that mindset I don't think there's going to be any problems with all these super power, mutant, spider, goblin people. Because we'll all have super powers."

sábado, 21 de abril de 2007

Cidadão Instigado - Silêncio na multidão

Aqui estou eu,há meia hora parado no cruzamento da brigadeiro luiz antonio com a avenida paulista. pensando. simplesmente pensando.

Comprei um refrigerante, tomei um gole, e continuei a pensar. nesse tempo que eu parei aqui tantas pessoas passaram por mim: empresários, mendigos, boys... e até o zé doidim, que eu mesmo reconheci! pessoas com mundos totalmente diferentes, mas que, naquele momento, naquele cruzamento, se cruzaram! interessante, né?!! todos os dias, em vários lugares, milhares de pessoas se cruzam mas não se falam, pois não se conhecem, e nem ao menos se importam com isso.
Eu vejo ali na frente um mendigo barbado. ele simplesmente pára e grita:
- aaaaaaaaahhhhhhhhhh!!! – um grito de liberdade para a multidão, pois ele não agüenta mais viver sozinho na escuridão!

Eu vejo as pessoas que passam por mim, que falam, que ralam, que gritam em agonia e solidão. dói no coração ver meu povo silencioso.

Penso. naquele momento, naquele cruzamento, tanta solidão em movimento.
Olho, para o mendigo em seu lamento, e ainda ouço o eco do seu grito.
Ando, paro e respiro... e fico comigo, confabulando: "será que são apenas corpos vazios? ou será um engano? não. engano, não. eu sinto no ar o silêncio na multidão!"

Eu vejo as pessoas que passam por mim, que falam, que ralam, que gritam em agonia e solidão. dói no coração ver meu povo silencioso.

domingo, 28 de janeiro de 2007

uma gotinha de esperança nos alpes suíços

“Nós temos que parar de viajar o mundo chorando a nossa miséria e importando culpados pela nossa desgraça. Muitas vezes, a responsabilidade é nossa”
Luís Inácio Lula da Silva em Davos


[pois é Décio, a frase seria ainda mais histórica se fosse
Nós temos que parar de viajar o mundo (e trabalhar)
às vezes a edição faz toda a diferença...]

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Augusta, Angélica e Consolação -- Tom Zé

Augusta, graças a Deus, graças a Deus
Entre você e a Angélica
Eu encontrei a Consolação
Que veio olhar por mim e me deu a mão

Augusta, que saudade
Você era vaidosa, que saudade
E gaastava o meu dinheiro, que saudade
Com roupas importadas e outras bobagens
Angélica, que maldade
Você sempre me deu bolo, que maldade,
E até andava com a roupa, que maldade,
Cheirando a consultório médico,
Angélica,

Augusta, graças a Deus...

Quando eu vi
Que o Largo dos Aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha alição,
Fui morar na Estação da Luz,
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração

domingo, 14 de janeiro de 2007

Merriam-Webster's Word of the day

The Word of the Day for January 13 is:


bluestocking \BLOO-stah-king\ noun

: a woman having intellectual or literary interests

Example sentence:
Now that Aunt Sarah has retired from teaching college English, she fulfills the role of bluestocking by holding literary teas for students at her home.

Did you know?
In mid-18th century England, a group of ladies decided to replace evenings of card playing and idle chatter with "conversation parties," inviting illustrious men of letters to discuss literary and intellectual topics with them. One regular guest was scholar-botanist Benjamin Stillingfleet. His hostesses willingly overlooked his cheap blue worsted stockings (a type disdained by the elite) in order to have the benefit of his lively conversation. Those who considered it inappropriate for women to aspire to learning derisively called the group the "Blue Stocking Society." The women who were the original bluestockings rose above the attempted put-down and adopted the epithet as a name for members of their society.

sábado, 13 de janeiro de 2007

Rammstein -- Seemann (traduzido do alemão)

Sailor

Come in my boat
a storm is rising
and the night is coming
Where do you want to go
(quite alone you are drifting away),
give it up
Who will hold your hand
when it
pulls you under

Where do you want you want to go
So boundless,
the cold sea
Come in my boat,
The wind of autumn
keeps the sails stiff

Now you are standing by the lantern
with tears in your face
The daylight falls to the side
The autumn wind sweeps empty the streets

Now you are standing by the lantern
with tears in your face
The evening light chases the shadows away
Time stands still and fall is coming

Come in my boat
Yearning becomes
the helmsmen
Come in my boat
the best sailor
was I

Now you are standing by the lantern
with tears in your face
You take the fire from the candle
Time stands still and fall is coming

They only spoke of your mother
so merciless is only the night
In the end I'm left alone
The time stands still
and I am cold

[ essa música eu nem sabia que tinha, mas veio no pacote de mp3 que minha mãe juntou qdo ganhei esse pc... só que a versão aqui de casa é um cover da banda apocalyptica acompanhada da Nina Hagen nos vocais. coisa boa, sô! ]